



Moda
Inteligente
Como vestir o bebê
As tendências da moda estão cada vez mais presentes nas roupas infantis. Mas não adianta vestir a sua filhota igual uma princesa e ela não parar de chorar um minuto. Na verdade, tudo o
que os bebês querem é estar confortáveis, então, melhor deixar modelos mais elaborados para quando estiverem mais crescidinhos.
Na hora de escolher a roupinha, pense na facilidade de vestir e na durabilidade da peça. É claro que o estilo também conta pontos, mas o ideal é unir tudo isso.
Para facilitar sua vida na hora da troca, procure os modelos que entram e saem facilmente como macacões e blusinhas com botões frontais ou laterais. Os de abertura nas costas não são práticos.
Geralmente os bebês se irritam quando temos que vestir a roupa pela cabeça porque isso pode machucar orelhinhas e nariz. Os modelos de blusinhas com botões nos ombros facilitam essa tarefa.
Se o macacão tiver pezinho, verifique se há espaço suficiente para o bebê esticar as pernas. Como eles crescem rápido, logo os macacões ficam apertados. Considere a compra de modelos sem o pezinho, já que duram mais e o bebê não corre o risco de ficar com as perninhas dobradas.
Lembre que mesmo o bebê pequeno sente tanto calor quanto os pais. Nos dias de teperatura muito elevada, escolha maquinhos que deixem pernas e braços de fora.
Fuja dos botões com casa. Para bebês pequenos o ideal são os de pressão, que abrem e fecham muito mais rápido na hora da troca, antes mesmo que o bebê perca a paciência. O velcro nas roupinhas também é outra solução inteligente.
Por uma questão de segurança, as roupinhas dos bebês não devem ter pequenos botões, ganchos e apliques. Esses itens podem machucar a criança ou até se soltar e serem engolidos.
Antes decalçar os bebês, verifique os sapatinhos para se certificar que não há nada dentro que possa machucá-lo.
Assim como os adultos, ascrianças devem aprender a se vestir “em camadas”
As variações climáticas têm-se mostrado cada vez mais intensas e pode-se experimentar, do lado de baixo do Trópico de Capricórnio, quedas de temperaturas tão bruscas quanto os aumentos, com diferenças de cinco ou seis graus centígrados em poucas horas. Isso obriga as pessoas a desenvolverem a habilidade de se vestir de modo a acompanhar tais variações, inclusive as crianças.
Quem pensa que vestir-se “em camadas” é exclusividade de novaiorquino ou de quem pratica montanhismo está enganado. As variações climáticas têm-se mostrado cada vez mais intensas e pode-se experimentar, do lado de baixo do Trópico de Capricórnio, quedas de temperaturas tão bruscas quanto os aumentos, com diferenças de cinco ou seis graus centígrados em poucas horas. Isso obriga as pessoas a desenvolver a habilidade de se vestir de modo a acompanhar tais variações, inclusive as crianças. Afinal, não é nada elegante nem saudável passar o dia inteiro suando dentro de uma blusa de lã colada ao corpo.
“Além de ser necessário saber se vestir em camadas, hoje em dia também está na moda. E as meninas ficam adoráveis usando capelets, cachecóis e todo tipo de roupa que permite expressarem suas personalidades”.
De acordo com a executiva de moda, antes de tudo é importante não confundir “vestir-se em camadas” com “vestir qualquer roupa, uma por cima da outra”. Para não correr o risco de sair por aí com sua criança malvestida, seguem algumas dicas importantes.
“Geralmente, a camada mais interna, junto ao corpo, é composta por blusinhas de malha natural ou sintética. A segunda camada pode ser uma bela blusinha de lã, ou ainda um casaquinho de lã ou um blazer. A terceira camada, que é a que fica mais exposta, será definida de acordo com a ocasião. Se o objetivo for proteger a criança dofrio, pode-se optar por uma jaqueta forrada. Já se o propósito for apenas evitar a friagem dos lugares abertos, as capinhas (capelets) são a melhor pedida. Para não errar, você monta um guarda-roupa básico de inverno para sua criança e define quais são as peças-chave de cada camada, combinando cores e estampas. Assim fica mais fácil visualizar cada ‘look’”.
1.Lençose cachecóis. “As meninas ficam lindas e adoram colecionar desde lenços que pedem uma simples amarração no pescoço até cachecóis coloridos com várias voltas”;
2.Capelets e ponchos. “Os ponchos são mais compridos e grossos. Já os capelets protegem somente os ombros e podem ser encontrados em diferentes materiais. Desde lãs finas até pele sintética, com ou sem adereços. Independentemente do modelo escolhido, eles dão sempre um toque de charme à produção”;
3.Blazers. “Para meninos são praticamente uma peça obrigatória neste inverno. Mas as meninas também terão suas versões bem femininas, com aplicações e bordados, para usar”;
4.Blusas de manga curta. “Podem ser de malha ou de lã e ficam muito divertidas quando sobrepostas a camisetas de manga comprida ou cacharel”;
5.Vestidos de manga curta. “Para uma produção bem ‘fresh’, a primeira camada deve ser uma blusa de gola alta e mangas longas. Coloque por cima o vestido e finalize com uma capinha ou um casaco aconchegante. Botinhas completam o look
obs: mães que veste os filhos abaixo da faixa etária
Quero levantar outro tema que pode ser causa danos ao emocional da criança e do adolescente. Trata-se da mãe que veste a criança abaixo da idade que esta tem ou do desenvolvimento que possui.
Muitas são as razões. A criança pode ser pequena ou pouco desenvolvida para a idade. Algumas crianças demoram mais para atingir a puberdade. No caso das meninas, vemos aquelas que muito cedo já começam a formar corpinho de adolescente, enquanto que outras com mais idade ainda não atingiram a adolescência mantendo o corpo de criança. Há ainda as mais mignons mesmo após entrar na adolescência.
O vestuário inadequado para essas meninas pode ser causa de grande trauma. No caso do corpo de aspecto infantil, vemos mães que por esta razão acham que a filha não precisa usar soutien, ou se vestir como mocinha, comprando para a filha roupas de criança. A menina se sente totalmente inadequada em sua turma e começa a virar motivo de gozação. O contrário também pode acontecer, a menina se desenvolver muito cedo, mas a mãe continuar a vestindo como criança, então o corpo de mocinha não se adapta as roupas infantis e a menina se esconde andando encurvada para que não se notem a presença de seios já em desenvolvimento.
Outra razão é a dificuldade da mãe em aceitar que o filho cresceu. A mãe quer se sentir jovem e crer que ainda é mãe de uma criança dependente dela. Não consegue aceitar que a criança está crescendo e breve se tornará independente, então a força a ser um eterno “Peter Pan”. O aspecto mais visível é o vestuário, mas o problema é bem mais profundo. A mãe insiste em comprar roupas para crianças mais novas, levar o filho às festas com roupas totalmente descontextualizadas, a colocar a adolescência e vida adulta como algo ruim, a insistir que a infância é a melhor fase da vida e que deve ser prolongada ao máximo. Isso causa danos sérios à psicologia da criança e sua auto-aceitação, fazendo com que ela tenha um comportamento abaixo da sua idade e portanto dificuldades sérias no relacionamento inter-pessoal com outros da mesma faixa etária.
Ainda há outra razão que é a “pão-durice”. Os pais querem economizar e acham que é um gasto desnecessário vestir o filho adequadamente à idade e ao seu tempo, então compram qualquer roupa fora da faixa etária ou do contexto, contanto que seja barato ou que seja o mesmo que eles usavam quando tinham essa idade. Esquecendo-se que o mundo muda e quem não se adapta tende a ser excluído. Em alguns casos compram inclusive roupas acima do tamanho, fazendo com que à criança se sinta ridicularizada diante dos amigos. Alguém diria, “mas talvez esses pais não tenham dinheiro”. No entanto, geralmente observamos isso acontecer com pais de classe média, raramente uma mãe pobre permite que a filha ande mal vestida, pois bem sabe que a sociedade julga pela aparência. A razão principal não é financeira, mas uma questão de visão.
Para as mães, peço que prestem atenção ao seu filho, observe-o em seu grupo de colegas se está se entrosando, tente conversar com ele, pois se você não fizer isso, um dia seu filho acordará para essa realidade e poderá se revoltar contra você. Para os amigos dessas famílias, tente abrir um canal para conversar, por mais que seja difícil dar palpite na criação dos filhos alheios, é um esforço pelo bem desta criança. E para as crianças e adolescentes (pois estes também tem acesso a Internet), tentem conversar com seus pais sobre o assunto, insistam e insistam, mas tenham paciência, se os pais agem assim, provavelmente é porque passaram pela mesma situação e estão repetindo o comportamento nos filhos. É muito bom crescer e aproveitar cada etapa da vida com o que esta tem a oferecer!




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